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A palavra do pastor
 


Juiz na Mesopotâmia

 

Leia abaixo, se assim fosse no Brasil nos dias de hoje provavelmente

teríamos mais justiça, justiça mais efetiva, mais correção jurídica,

mais juízes corretos, veja, depois comente.

Um juiz deve julgar um caso, alcançar um veredicto e apresentá-lo por escrito.

Se erro posterior aparecer na decisão do juiz, e tal juiz for culpado,

então ele deverá pagar doze vezes a pena que ele mesmo instituiu para o caso,

sendo publicamente destituído de sua posição de juiz,

e jamais sentar-se novamente para efetuar julgamentos. 

Código de Hamurabi

 

O que acha?

 



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 16h17
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Carta aberta a alguém a quem (ainda) admiro.

 

Ao Pr. Ricardo Gondim,

Já escrevi a você em outra oportunidade e obtive a sua resposta, faço-o novamente por necessidade sua.

Teísmo Aberto, ou Teologia Relacional, não importa o nome dado, não é isto que você está divulgando, o que diz é um equívoco.

Deus continua com o controle de todas as coisas, e todo o sofrimento que este mundo tenha ainda é pouco pelo tanto de pecado que semeou.

Se o mundo acabasse em tragédia o amor de Deus não estaria à prova, a Sua justiça continuaria intacta e a Sua glória sem mancha.

Na verdade, a misericórdia de Deus é que não permite que mais tsunami aconteçam, Ele ainda tem o controle da história nas mãos, permitiu a tragédia no Japão, mas impediu outras em outros lugares, isto é a Sua soberania.

Deus está em nós, mas está em Seu trono, lembra de Estevão?

Se atravessar mais um pouquinho que seja a linha sobre a qual estão os seus pés... como Rubem Alves será a apostasia.

Apostasia é ensino da Teologia Relacional, a capacidade de deixá-Lo, sinergismo.

 



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 08h33
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A Lógica da Loucura de Deus

 

“Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação.” (1 Coríntios 1:21 RA)

Quando morei em Bagdá achava tudo muito estranho, como se estivesse em outro planeta. A impressão que os iraquianos eram pessoas arrogantes, soberbas “–Bobagem, é o jeito deles, na verdade são pessoas simples”, foi o que me falou um brasileiro que lá estava há mais tempo. Mas a maneira que eles tinham para se relacionar, uns com os outros e com o mundo ao seu redor, era inimaginável para um sul-americano.

A idiossincrasia do oriental é completamente diferente do ocidental. Um chileno atropelou uma criança que atravessou a estrada. O pai não aceitou indenização financeira: a vida da filha pela vida do motorista. O juiz de direito concedeu.

Ser gentil com as mulheres... nem pensar. A mulher é amaldiçoada, por isto anda de preto que retém o calor, já o homem veste-se de branco para refletir a luz solar. O babilônico diz: “O meu amigo vai para a guerra e mata o meu inimigo, vale mais que a minha mulher”. A lógica deles é incompreensível para nós.

Em “nosso mundo” ocidental temos uma lógica própria, criada principalmente à luz da filosofia grega e do direito romano. A sociedade ocidental tem a sua moral, suas regras, seus conceitos, o seu “modus vivendi”.

Não interessei em me adaptar ao jeito iraquiano de ser. Não desejava ser iraquiano, por isto não questionava e nem me envolvia em seus problemas e dificuldades. No Iraque eu era apenas um estrangeiro, peregrino. Eu tinha consciência que tudo aquilo era passageiro e não me pertencia. Não poderia me satisfazer, não era cidadão daquele “mundo”. Embora contribuísse com o meu trabalho para a melhoria daquele lugar, o meu objetivo era voltar ao Brasil.

A lógica tem a ver com a minha expressão pessoal no contexto social em que me realizo como cidadão.

O Senhor Jesus veio ao mundo para imprimir uma nova lógica, a Sua lógica. A lógica do Céu é diferente da oriental e também da lógica ocidental. O cristão é alguém que nasce da vontade de Deus e, portanto é cidadão do Céu. Eis o fundamento para uma nova racionalidade, a cidadania celestial.

O cristão tem a cidadania celestial, logo, um estrangeiro que está deslocado e incapacitado de se realizar nesta vida, e tem consciência disto. Na impossibilidade do homem alcançar o Céu, Cristo conduziu o céu para dentro do homem. A religião abandonou a característica de um conjunto de leis exteriores, “faça isto ou aquilo”, transformando-se em uma fonte de vida interior. A lógica banal do mundo não alcança tamanha extravagância, por isto crucificaram Jesus Cristo.

O evangelho é a loucura de Deus. Eis a Lógica de Deus.

e-mail: pastorsolon@hotmail.com

 



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 12h57
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Sempre é a mesma coisa

 

Conforme notícia da Folha.com, o Hamas disparou dezenas de foguetes contra Israel neste sábado.

Assim o grupo islâmico palestino quebrou uma trégua de paz que durava mais de dois anos.

Israel reagiu aos ataques.

Ninguém, líder algum apareceu para se indispor contra o Hamas, porém, tenha certeza

que já ja  alguém reclamará da auto defesa israelense. É sempre assim!



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 12h03
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Superação

Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os cavalos? Se tão-somente numa terra de paz estás confiado, como farás na enchente do Jordão? (Jeremias 12:5)

Uma vida extremamente competitiva, avasaladora. Não sabemos em quem confiar, todos disputando um lugar ao sol e a praia da vida parece cada vez menor.

O lar virou um simples albergue, os amigos são virtuais, a fé bombardeada por balas de dúvidas, a esperança parece tão distante.

Deus não chama pessoas para uma vida comum, mas sobrenatural. Lutas diárias podem ser vencidas, as dores superadas, qualquer um pode,

mas o que Deus tem preparado aos que recebem o seu chamado é muito maior, portanto o nosso esforço diário é apenas um treinamento,

você vai disputar com cavalos e não com homens.

 "Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito".(Martin Luther King Jr.)



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 09h43
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O Leilão da vida

 

O Leilão da vida

 

O homem moderno não sabe ao certo se a casa é um local aprazível, esconderijo ou cadeia. Às vezes é um local de segurança e outra um ambiente de tortura.

O retorno à morada deveria ser o objetivo do guerreiro que sai para a luta do dia-a-dia. Quem sai a trabalhar ao fim da labuta necessita de descanso, tranqüilidade, paz necessária para se recompor. O lar, então, surgiria como a rota perfeita para o encontro do renovo. Mas...

Em muitos lares as desavenças são tantas que a luta diária do labor parece brincadeira de criança. Quando o lar deixa a finalidade de recompor as forças e torna-se um ambiente hostil a quem nele vive, já não se quer voltar para ele.

É comum quem mergulha no trabalho não ter pressa de voltar para casa. “Casa”? Humm!

Sente-se mais feliz na guerra do batente do que no ócio doméstico. “Ócio doméstico”? Humm!

O trabalhador compulsivo normalmente busca uma compensação por suas frustrações domésticas. São tantos os elogios “como é competente”; “é tão disposto”; “trabalha como um tigre”; “é muito inteligente”; “se todos tivessem esta disposição”; “o cara parece que não dorme”; “este vive para o trabalho”.

Em casa o ambiente nem sempre é tão favorável. Os familiares não convivem com o executivo da multinacional ou o gerente da farmácia, mas com o pai, a mãe, o marido...

É mais fácil ser produtivo, uma verdadeira máquina, do que ser gente.

Gerenciar uma empresa não é tão complexo como dominar as emoções. Fabricar dinheiro é muito mais simples do que produzir amor e carinho.

O mercado exige das pessoas competitividade, e no lar o que querem é atenção, doação.

Enquanto o mundo dos negócios, seja uma agência bancária, um açougue ou uma barraquinha de "churros" fala em produtividade, o mundo familiar tem em seu “economês” o desperdício. Desperdiçar afeição e tempo com o outro é a característica do vencedor no que é mais importante que o prestígio social, o próximo. E quem me aguarda em casa é o mais próximo de mim.

Outro dia uma família amiga viveu uma tragédia com a perda da matriarca. Uma família numerosa, com filhos espalhados por diversas cidades.

Quando a mãe adoeceu e foi internada no hospital todos os filhos pararam os seus afazeres e pra lá foram.

Os filhos desempenham diversos papéis na sociedade, um é militar e “largou” o quartel;

o outro é enfermeiro e “abandonou” o posto de saúde onde trabalha.

O seguinte é pastor e “deixou” a igreja e até uma filha missionária voltou do "campo” e assim sucessivamente.

Diante da morte o trabalho é irrelevante.

É tão contraditório que a morte seja capaz de fazer o que a vida não é competente para realizar.

Assim procedendo, respeitando a morte a ponto de “parar tudo”, e desconsiderando a vida de modo a ignorá-la, demonstramos a nossa completa inversão de valores.

Os dias em que a mãe lutava contra a morte os filhos repensaram suas vidas. Ainda tiveram oportunidade – pois que alguns dias a enfermidade deu trégua – de demonstrar afeto pela mãe. Mais amor foi jorrado pelos familiares na proximidade da morte do que jamais foi gotejado em toda a vida.

Esta é a realidade em que vivemos. Desprezamos as pessoas na presença da vida para amá-las diante da morte.

O valor de alguém é medido pelo valor que lhe é atribuído. Mesmo que seja alguém valoroso, o seu cônjuge, por exemplo, mas se este valor não é realçado, reconhecido, um manto de frustração encobre esta alma.

Sempre que valorizamos alguém o estamos incluindo em nosso mundo afetivo. A valoração é um laço de amor “isto é importantíssimo; isto valeu a pena; você é necessário; eu te amo; você é especial para mim;”

E as pessoas sempre querem este tipo de atenção, a inclusão emocional. Com a inclusão emocional as feridas da alma são curadas.

Imagine que você está em um grande leilão de pessoas, e que estas pessoas são os seus filhos ou pais, sua esposa ou marido, ou mesmo seus amigos... Valorize enquanto há tempo, faça-o se sentir bem valioso gritando bem alto o lance da afeição e ternura. Seja o grande vitorioso nesta disputa pelo coração do seu próximo.

Não adianta o lance, não adianta a valorização depois que o martelo da morte bater forte sobre a mesa da vida.

 



Escrito por Pr Solon Diniz Cavalcanti às 09h26
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